domingo, 5 de novembro de 2017


 "MUTAÇÕES SOCIAIS E SISTEMAS EDUCATIVOS"


Foi consensual entre os colegas no fórum que, chegamos a um ponto em que é   preciso virar a pagina do ensino tradicional, e se adaptar as novas condições que as tecnologias nos impõe. Como professores não devemos esquecer de que, as novas tecnologias de informação e de comunicação constituem apenas ferramentas que nos auxiliem para que sejamos inovadores e provocadores de mudança na sua implementação.   Refletindo sobre o tema e a sua discussão com os colegas no fórum, construí a minha aprendizagem que aqui sintetizo.

A Educação tem agora novos desafios

Diante das transformações constantes que operam nas sociedades contemporâneas, a escola vê-se obrigada a mudar os seus propósitos. Isto porque, na atualidade o fracasso escolar e as formações precárias tornam-se cada vez mais acentuadas. Deste modo, ela precisa rever a  modalidades de ensino, praticadas pelos docentes e a forma como as aprendizagens são feitas pelos alunos.

O séc. XXI

Perante os desafios que as sociedades contemporâneas estão a enfrentar, a educação tem que mudar, pois  é-lhe exigida, meios que porão cobro a esses mesmos desafios. Nesta perspetiva, a escola de hoje, não pode ser vista como a de à uns tempos atrás, na medida em que os meios que ela dispõem não estão a satisfazer as necessidades de uma educação que se quer para todos.
O avanço das novas tecnologias e da comunicação estão a fazer dos alunos, sujeitos autônomos no seu processo de ensino/aprendizagem e aos professores a exigir competências e habilidades para responder a este desafio.
Tudo indica para uma educação diferenciada neste novo século, o que exige dos professores melhor qualificação, mais formação contínuas e informações constantes.
E a escola enquanto espaço de aprendizagem, terá que ser concebida no contexto, ou seja, num lugar onde os saberes são vivos e ligados a práticas sociais, onde os conhecimentos adquiridos tem significado para os alunos. Ela terá que criar atividades inovadoras de ensino que incentive o usa das novas tecnologias e inovar o uso dos recursos tradicionais. Serão estas criatividades que farão da escola lugares prazerosos, onde a aprendizagem tem significado para os alunos.
Os sistemas educativos terão que estar projetados no contexto global, tendo em conta a diversidade individual dos alunos que contempla as competências essenciais para o séc. XXI. Os currículos terão que ser flexíveis e organizados de modo a que nos conteúdos sejam transparecidos, as relações que existem entre o aluno e o meio ambiente para que, este possa compreender o mundo globalizado do qual  faz parte.
Apesar das novas tecnologias fazerem dos alunos sujeitos autónomos no seu processo de ensino/aprendizagem, caberão aos professores media-las. Por esta razão, terão que estar preparados com competências, habilidades e fazer destas potências ferramentas meios de facilitar e fomentar essa aprendizagem. Aos alunos serão exigidos competências cognitivas, intra e interpessoais tais como, criatividade, comunicação, colaboração... que para que sejam, cidadãos curiosos, com iniciativas, persistentes, líderes com capacidades de resolver problemas, conhecedores não só da sua cultura mas também da dos outros.
Por tudo isto, “devemos cultivar, como utopia orientadora, o propósito de encaminhar o mundo para uma maior compreensão mútua, mais sentido de responsabilidade e mais solidariedade, na aceitação das nossas diferenças espirituais e culturais. A educação, permitindo o acesso de todos ao conhecimento, tem um papel bem concreto a desempenhar no cumprimento desta tarefa universal: ajudar a compreender o mundo e o outro, a fim de que cada um se compreenda melhor a si mesmo”( Delors, 1998).





Educação para todos
http://rppeixoto.blogspot.com/2011/04/hoje-falar-em-educacao-nos-leva.html



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