quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

   OS SISTEMAS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO PARA A EUROPA DO CONHECIMENTO

   
 Resultado de imagem para aprendizagem ao longo da vida
http://aprendentesistemaseducativos.blogspot.com/ 
Segundo Ján Figel’ "a  aprendizagem  ao  longo  da  vida  tornou-se  uma  necessidade  de  todos  os  cidadãos.  Precisamos  de  desenvolver as  nossas  aptidões  e  competências  ao  longo  das  nossas vidas,  não  apenas  para  a  nossa  realização  pessoal  e  a nossa capacidade de participar ativamente na sociedade em que vivemos, mas também para sermos capazes de ter êxito num mundo laboral em constante mudança".
 A aprendizagem ao longo da vida é uma expressão muito utilizada nas sociedades de informação e conhecimento, que permitem as pessoas, através da educação formal ou informal, aprender ao longo da vida, ou seja, adquirir novas competências a fim de, adaptarmos e readaptarmos as mudanças constante que se operam tanto na nossa vida pessoal como profissional. O quadro de referência, estabelecido em 2006, esclarece, oito competências essenciais: 1) Comunicação na língua materna. 2) Comunicação em línguas estrangeiras; 3) Competência matemática e competência básica em ciências e tecnologias;4) Competência digital; 5) Aprender a aprender; 6) Competências sociais e cívicas; 7) Espirito de iniciativa e espírito empresarial; e 8) Sensibilidade e expressão culturais.
A aprendizagem ao longo da vida elencado ao “quadro de referência” constitui, no entender da comissão europeia, uma oportunidade dos cidadãos europeus adquirirem novas competências para poder responder aos desafios da sociedade. As competências estão direcionadas a vários domínios consideradas essenciais para que as pessoas possam desenvolver uma cidadania democrática.
O vídeo em análise, destaca o papel da Europa na implementação do "quadro de referência" vinculado a aprendizagem ao longo da vida, destacando os programas Comenius (para escolas básicas/secundarias) Erasmus + (para o ensino universitário), Grundtvi (para ensino de adulto), e o Leonardo da Vinci (para treinamento profissional). Estes programas visam fomentar aprendizagens de qualidade, promover a mobilidade dos jovens e apostar a qualidade de educação e formação.

Essa mobilidade permite aos jovens fazer aprendizagem intercultural, vivenciar experiencias de cada um, de modo tirar proveito das potencialidades para a criação de novos empregos.


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